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O que verdadeiramente somos é aquilo que o impossível cria em nós. "Clarice Lispector"

domingo, 22 de abril de 2012

Um poema sem nome

Autora: Mônica Melo

Esse poema que bem ou mal escrevo,
Vem com força, pele e sangue,
Seja ele o que for,
Uma flor com esplendor,
Ou um minúsculo grão largado no chão.

Esse poema que bem ou mal escrevo,
Vem com força, pele e sangue,
Seja ele o que for,
Uma flor com esplendor,
Ou um minúsculo grão largado no chão.

Escrevo para os dias de agonia,
Para quem voa pelo céu,
Ou n'água segue a nado.

Escrevo esse poema para que ele possa gritar,
Vindo do fundo de minh'alma,
Para tocar em mim e em você,
Em quem quiser ler,
Como musica que acalma e relaxa.

Escrevo para não ficar nenhuma folha ou vida em branco,
Escrevo para transbordar meu pensar,
Escrevo para você e eu nos encontrar.

Escrevo por tudo e por nada,
Escrevo sem saber porquê,
Sigo escrevendo, sigo andando.

Não sei onde vai chegar,
Rodando pelo mundo e perdido ao vento,
Sem nome, sem sobrenome.
Apenas um poema.

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